A chamada Administração Pública Gerencial surgiu por volta dos anos 1970 como resposta à crise do Estado. Diferentemente da burocracia tradicional, esse modelo se caracteriza pela gestão orientada para resultados, pela busca de novas formas de controle, pela centralidade no cidadão-usuário e pela ênfase em accountability. Inicialmente, o movimento reformista ocorreu no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália, tornando-se praticamente universal nas décadas seguintes. No Brasil, as principais ações em direção à reforma começaram no início dos anos 1990, com processos de desestatização e a implementação de reformas constitucionais, legais e administrativas. Em todos os entes federativos, o instrumento central
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